Associação Nacional dos Ex-Empregados do BNH Participantes de Planos de Previdência

FUNCEF adota medidas para amenizar o endividamento de participantes

FUNCEF adota medidas para amenizar o endividamento de participantes

O Diretor eleito na FUNCEF, Délvio Joaquim Lopes de Brito, publicou na página oficial “Controle e Resultado” no Facebook uma carta onde explica as novas soluções adotadas pela Fundação para amenizar o endividamento dos participantes afetados pelos planos de equacionamento dos últimos anos. Confira o texto na íntegra, a seguir.

Prezados participantes,

Foi aprovada na Diretoria Executiva da FUNCEF, em 31/07, a proposta, apresentada pela Diretoria de Benefícios, do Diretor eleito Délvio de Brito, que cria uma nova modalidade de empréstimos para atender aos participantes vinculados ao REG/REPLAN Saldado e ao REG/REPLAN não Saldado e que já possuem empréstimos na Fundação, em situação de adimplência, para possibilitar a redução das prestações dos empréstimos em vigor e, com isso, mitigar os efeitos nefastos dos planos de equacionamento em seus orçamentos.

Os planos de equacionamento, além de não fazerem justiça aos participantes, por decorrerem de situações geradas, em grande parte, por irregularidades de gestão, os penalizam enormemente por afetarem seus orçamentos, chegando, em vários casos a ser responsável por situações desesperadoras, com comprometimento de condições mínimas de uma vida com a qualidade que todos fazem jus, após longos anos dedicados à CAIXA e à sociedade brasileira. Em vista disso, a Diretoria de Benefícios, ainda antes da implementação dos planos de equacionamento referentes ao déficit de 2016, iniciou estudos com o objetivo de oferecer opções para reduzir os impactos das implementações dos planos de equacionamento nas contas domésticas dos participantes.

Após a implementação dos planos de equacionamento referentes ao déficit de 2016, a própria CAIXA, percebendo os efeitos desses na situação econômica dos participantes, propôs à FUNCEF a criação de um Grupo de trabalho conjunto, formado por representantes da CAIXA e da FUNCEF (representada pela Presidência e pela Diretoria de Benefícios), para estudar as alternativas possíveis para atenuar esses impactos.

No âmbito da FUNCEF, as propostas tiveram como base os estudos já em andamento na Diretoria de Benefícios e têm como foco permitir, aos participantes que pagam planos de equacionamento e que possuem operações de empréstimos com a Fundação, refinanciar essas operações mediante uma nova modalidade de empréstimos com prazo mais longo e com a opção de escolher o sistema de amortização que julgarem mais adequado, o que poderá resultar em redução de até 65% nos valores das prestações atuais dos empréstimos.

A implementação dessas medidas ocorrerá ainda nessa semana, e será oportunamente informada pela FUNCEF e pela CAIXA.

As ações aprovadas na FUNCEF, em conjunto com as aprovadas na CAIXA, relativamente às carteiras de empréstimos sob consignação, representarão um grande alívio para os orçamentos da maioria absoluta dos participantes que pagam contribuições extraordinárias. A FUNCEF continua a envidar estudos para conseguir atender à totalidade dos que hoje sofrem os efeitos dos planos de equacionamento.

Essas medidas, as projeções de resultados positivos para o ano de 2018 e a possibilidade de redução, já em 2019, das alíquotas das contribuições extraordinárias, caso se concretizem essas projeções, representam, sem sombra de dúvidas, excelentes notícias para a comunidade de participantes da FUNCEF. Continuamos com a nossa atuação incessante e firme no propósito de levar a FUNCEF ao lugar que todos desejamos: uma empresa forte e com condições de prover o pagamento dos benefícios que todos têm direito.

Délvio Joaquim Lopes de Brito
Diretor Eleito
Controle e Resultado

Fonte: Controle e Resultado

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